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	<title>trio curatorial &#8211; Passeio Público</title>
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	<description>Caixa Cultural apresenta uma exposição imersiva e multifacetada</description>
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	<title>trio curatorial &#8211; Passeio Público</title>
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		<title>Lagoa, morro, mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[trio curatorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 01:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Memórias do Passeio]]></category>
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<p>O Passeio Público do Rio de Janeiro foi implantado em um território que, até o final do século XVIII, fazia fronteira com o mar por um lado e com o Morro das Mangueiras pelo outro, tendo a Lagoa do Boqueirão d’Ajuda ocupando a grande área que depois seria aterrada para dar lugar ao jardim. A lagoa era a única da cidade que, naquela época, desaguava no mar, além de impedir o acesso à Zona Sul pelo caminho do Engenho D’El Rei.</p>



<p>Entendido como “um dos sítios mais imundos do pequeno burgo colonial”, o Passeio veio ocupar a faixa entre o mar e o morro sob as alegações de promover a ventilação da região e de acabar com os maus cheiros e dejetos que degradavam o ambiente. Uma epidemia de gripe e febre foi atribuída aos miasmas da lagoa, favorecendo seu aterramento.</p>



<p>Desde sua concepção, o Passeio Público narra uma história de violência contra o território. O desmonte do Morro das Mangueiras e o desaparecimento da Lagoa do Boqueirão corroboraram um discurso higienista que queria promover a elitização e a limpeza urbana com a construção de um jardim supostamente idílico, apaziguado. Mas o mar e a lagoa seguem embaixo da terra que tentou sepultá-los. Quando chove muito, a água volta, alagando a rua do Passeio e lembrando que as águas e o solo do Morro das Mangueiras não se deixaram domesticar tão facilmente.</p>



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		<title>O jardim romântico de Glaziou</title>
		<link>https://passeiopublico.teiacritica.art.br/o-jardim-romantico-de-glaziou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[trio curatorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 00:59:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Memórias do Passeio]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio Público]]></category>
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					<description><![CDATA[O Passeio Público passou por sua primeira grande reforma em 1817, trazendo mudanças drásticas ao projeto de Mestre Valentim. Os pavilhões quadrangulares deram lugar a outros, octogonais. Antigos elementos escultóricos...]]></description>
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<p>O Passeio Público passou por sua primeira grande reforma em 1817, trazendo mudanças drásticas ao projeto de Mestre Valentim. Os pavilhões quadrangulares deram lugar a outros, octogonais. Antigos elementos escultóricos remanescentes do projeto de Valentim foram removidos ou substituídos por novos. Os muros deram lugar às grades em 1835.</p>



<p>Em 1860, o príncipe Maximiliano da Áustria veio ao Brasil e visitou o Passeio. Não suportando o cheiro, levou um lenço ao nariz, gerando uma crise&nbsp; que culminou com a contratação do paisagista francês Auguste Glaziou (1828-1906) para uma nova reforma.</p>



<p>Glaziou operou mudanças radicais, incluindo a substituição do traçado retilíneo de Valentim por alamedas curvas com grandes áreas gramadas e um relevo que permitia novos e mais surpreendentes ângulos de visão. O paisagismo incluiu a construção de cursos d’água e da ponte que alude a troncos de árvore, entre outros elementos típicos do jardim inglês, além de espécies vegetais como a figueira da Índia e a gameleira. Um grande pavilhão e um coreto foram construídos, abrigando um café-concerto.&nbsp;</p>



<p>O Passeio foi fechado para a reforma e sua reinauguração, em 7 de setembro de 1862, serviu para que dom Pedro II celebrasse os 40 anos da Independência do Brasil. O jardim voltou a sustentar um projeto político, como na sua construção.</p>



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		<title>Pavilhões, demolições e apagamentos</title>
		<link>https://passeiopublico.teiacritica.art.br/pavilhoes-demolicoes-e-apagamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[trio curatorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 03:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Memórias do Passeio]]></category>
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<p>Algumas histórias do Passeio Público são menos mencionadas do que outras. Entre o desmonte do Morro das Mangueiras, o aterramento da Lagoa do Boqueirão e o afastamento do Passeio em relação ao mar, antigas presenças habitavam esse lugar: o Theatro Casino e o Casino Beira-Mar. Nas imediações, o Palácio Monroe.</p>



<p>Com a demolição do morro do Castelo, uma enorme esplanada se abriu, demandando novos usos. Em 1921 iniciou-se a construção dos “Pavilhões do Passeio” para que fosse concluída a tempo para a Exposição Internacional de 1922, o que não aconteceu. Os pavilhões foram inaugurados em 1926.</p>



<p>O Theatro Casino e o Casino Beira-Mar, com fachadas idênticas nos extremos do Passeio de frente para o mar, eram ligados por uma colunata e uma pérgula. O Theatro Casino, à direita da Esplanada do Passeio, ficava mais próximo ao Palácio Monroe, mais tarde também demolido. Os pavilhões do Passeio Público tiveram uma trajetória meteórica, com muito sucesso em seu início, algumas idas e vindas, e um desfecho desolador. Em 1936, as instalações do teatro e do cassino estavam completamente abandonadas. Assim como foram construídos, rapidamente os pavilhões foram demolidos. Em 1937 a propriedade dos edifícios foi devolvida à municipalidade, que procedeu à sua demolição.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="423" height="249" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/Theatro-Casino-Beira-Mar.jpg" alt="" class="wp-image-520" style="width:811px;height:auto" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/Theatro-Casino-Beira-Mar.jpg 423w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/Theatro-Casino-Beira-Mar-300x177.jpg 300w" sizes="(max-width: 423px) 100vw, 423px" /><figcaption class="wp-element-caption">Os &#8220;Pavilhões do Passeio&#8221; em cartão postal de época, c. 1926, autor desconhecido</figcaption></figure></div>


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<h6 class="wp-block-heading">Silhuetas do cabeçalho integram a identidade visual de <em>Passeio Público</em>, a cargo do Estúdio Afluente (Clara Meliande, Marina Sirito e Julia Sá Earp)</h6>
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		<title>Valentim, artista negro</title>
		<link>https://passeiopublico.teiacritica.art.br/valentim-artista-negro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[trio curatorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 03:18:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Memórias do Passeio]]></category>
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					<description><![CDATA[O maior artista do Rio de Janeiro no século XVIII era negro, filho de um explorador de diamantes português com uma ex-escravizada. O racismo apagou a mãe de Mestre Valentim,...]]></description>
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<figure class="alignleft size-full"><img decoding="async" width="397" height="600" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/MESTRE-VALENTIM-florao-cabeca-de-anjo-igreja-de-sao-pedro-1801.jpg" alt="" class="wp-image-508" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/MESTRE-VALENTIM-florao-cabeca-de-anjo-igreja-de-sao-pedro-1801.jpg 397w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/MESTRE-VALENTIM-florao-cabeca-de-anjo-igreja-de-sao-pedro-1801-199x300.jpg 199w" sizes="(max-width: 397px) 100vw, 397px" /><figcaption class="wp-element-caption">Mestre Valentim, cabeça de anjo para Igreja de São Pedro dos Clérigos, s. d.</figcaption></figure></div>


<p>O maior artista do Rio de Janeiro no século XVIII era negro, filho de um explorador de diamantes português com uma ex-escravizada. O racismo apagou a mãe de Mestre Valentim, e o que se sabe é que o escultor e arquiteto nasceu em Minas Gerais, mas foi levado pelo pai para estudar em Portugal. Aos 25 anos, fez o caminho de volta pelo Atlântico, e passou a morar no Rio.</p>



<p>Era maçom e manteve uma loja na Rua do Sabão, endereço de prestígio no centro carioca da época. Sua obra é onipresente na cidade,&nbsp; multiplicando-se por lampadários, imaginárias e retábulos de igrejas, além de importantes intervenções urbanas. Apesar disso, queixou-se a vida inteira de ser mal remunerado e morreu muito pobre.</p>



<p>Nos chafarizes das Marrecas, do Lagarto e das Saracuras, esculpiu animais que transitam entre a água e a terra, mesma característica das garças e jacarés da Fonte dos Amores, no Passeio Público. De acordo com a história oral, os bichos da Fonte são alegoria da paixão não correspondida do vice-rei por uma moradora do Boqueirão. Em 2023, a cena dos répteis espreitando as aves assombra aos que reconhecem o Passeio como território-vestígio do massacre dos tupinambás e do sequestro dos povos da diáspora africana. Mas também do triunfo de um artista que encontrou frestas para que seu talento voasse acima e além dos preconceitos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="700" height="415" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/Joao-Francisco-Muzzi-detalhe-pintura-de-pintura-sobre-reforma-N-Sra-do-Parto.jpg" alt="" class="wp-image-507" style="width:810px;height:auto" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/Joao-Francisco-Muzzi-detalhe-pintura-de-pintura-sobre-reforma-N-Sra-do-Parto.jpg 700w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/Joao-Francisco-Muzzi-detalhe-pintura-de-pintura-sobre-reforma-N-Sra-do-Parto-300x178.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption">Detalhe da pintura &#8220;Reconstrução do Recolhimento de Nossa Senhora do Parto&#8221; (1789), de Francisco Muzzi, na qual Mestre Valentim, autor do projeto de reforma, é retratado como homem negro / Museus Castro Maia</figcaption></figure>



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<h6 class="wp-block-heading">Silhuetas do cabeçalho integram a identidade visual de&nbsp;<em>Passeio Público</em>, a cargo do Estúdio Afluente (Clara Meliande, Marina Sirito e Julia Sá Earp)</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Ronald Duarte</title>
		<link>https://passeiopublico.teiacritica.art.br/ronald-duarte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[trio curatorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 09:48:18 +0000</pubDate>
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<p>Um andarilho, que concentra no corpo uma pluralidade imagética: Louco, Eremita, Exu, Mercúrio. Podemos ser menestréis, viajantes e mensageiros da cidade que nos habita?</p>



<p>Um semeador, que antecipa com pétalas de rosa a inundação vermelha que vai irrigar os desidratados amores da Fonte. É viável perfumar o passado e fertilizar o futuro?</p>



<p>Um demarcador, que pontua o caminho com os pedaços sedosos das flores, restos de corpos como as trouxas de carne que traz nos ombros. Como incorporar o horror, para então digeri-lo?</p>



<p>Com <em>Amor carnal</em>, Ronald Duarte reanima a Fonte dos Amores, a mais icônica das obras públicas de Mestre Valentim, tirando do gerúndio a configuração original: os répteis espreitando garças à beira d &#8216;água. Hoje ausentes do Passeio Público, as aves nem morriam, nem voavam.&nbsp;</p>



<p>A devoração como um ciclo de força e fragilidade, em que as supostas presas são metáfora para os pesadelos coloniais, mas também podem ser oferenda e cura. O artista lavou a pedra e o bronze com um pouco de sangue real e uma hemorragia alegórica. Esta última, quase uma enchente, segue pressionando as margens de esquecimento que a continham para submergir apoiada em memórias, individuais e coletivas, e naquilo que podemos fabular.</p>



<p>Jorra o massacre dos tupinambás; escorrem a tortura e a morte dos que foram sequestrados em outro continente; empoça o estupro de tantas mulheres. O Rio como uma cidade submersa nada idílica. A arte como a fera que fareja novas carnificinas e crimes de guerra do presente, enquanto lambe e morde o passado, tentando alterar seu gosto.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1064" height="1600" data-id="695" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-caminhante.jpeg" alt="" class="wp-image-695" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-caminhante.jpeg 1064w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-caminhante-200x300.jpeg 200w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-caminhante-681x1024.jpeg 681w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-caminhante-768x1155.jpeg 768w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-caminhante-1021x1536.jpeg 1021w" sizes="auto, (max-width: 1064px) 100vw, 1064px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1064" height="1600" data-id="697" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-vazia.jpeg" alt="" class="wp-image-697" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-vazia.jpeg 1064w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-vazia-200x300.jpeg 200w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-vazia-681x1024.jpeg 681w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-vazia-768x1155.jpeg 768w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-vazia-1021x1536.jpeg 1021w" sizes="auto, (max-width: 1064px) 100vw, 1064px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1084" height="1600" data-id="698" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-frontal.jpeg" alt="" class="wp-image-698" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-frontal.jpeg 1084w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-frontal-203x300.jpeg 203w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-frontal-694x1024.jpeg 694w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-frontal-768x1134.jpeg 768w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-frontal-1041x1536.jpeg 1041w" sizes="auto, (max-width: 1084px) 100vw, 1084px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1089" height="1600" data-id="699" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-ladinho.jpeg" alt="" class="wp-image-699" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-ladinho.jpeg 1089w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-ladinho-204x300.jpeg 204w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-ladinho-697x1024.jpeg 697w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-ladinho-768x1128.jpeg 768w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-ladinho-1045x1536.jpeg 1045w" sizes="auto, (max-width: 1089px) 100vw, 1089px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-para-Dani.jpg" target="_blank" rel="prettyPhoto[gallery-8qSJ]"><img loading="lazy" decoding="async" width="1600" height="1064" data-id="384" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-para-Dani.jpg" alt="" class="wp-image-384" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-para-Dani.jpg 1600w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-para-Dani-300x200.jpg 300w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-para-Dani-1024x681.jpg 1024w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-para-Dani-768x511.jpg 768w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-para-Dani-1536x1021.jpg 1536w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/RONALD-para-Dani-900x600.jpg 900w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a></figure>
</figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h6 class="wp-block-heading">Ronald Duarte</h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><em>Amor carnal</em>, 2023<br>Registro da performance por Sambacine | Tiago Morena</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Integra a exposição:&nbsp;<br>vídeo, 5’, realizado pela Sambacine (com colaboração de Nádia Oliveira e Alex Moreira)</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Fotos de Tiago Morena.</strong></h6>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mariana Maia</title>
		<link>https://passeiopublico.teiacritica.art.br/mariana-maia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[trio curatorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 09:24:06 +0000</pubDate>
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<p>A obra de Mariana Maia reverencia Olossá, orixá das águas salobras das lagoas, que se perdeu na travessia atlântica entre África e Brasil e no desaparecimento das cinco lagoas que constituíam esse solo pantanoso do Centro do Rio. A divindade vem à superfície da Lagoa do Boqueirão, denunciando apagamentos e histórias enterradas. Varais, pregadores de roupas, tecidos, uma bacia de alumínio e miçangas ativam um imaginário ligado às atividades performadas pelas mulheres negras escravizadas no século XVIII, quando da construção deste jardim supostamente pacificado.</p>



<p>Ao inscrever em tecido o traçado de Mestre Valentim para o Passeio Público, propondo lavar a roupa suja da história, Mariana traz à tona as águas dominadas pelo desejo higienista de “limpar” o ar e repovoar a região com a aristocracia.</p>



<p>Informantes, protetoras, sacerdotisas, rainhas. As mulheres que Mariana visibiliza são agentes de luta, resistência e reativação do seu protagonismo na história do Brasil. Olossá revira as águas da Lagoa do Boqueirão para reconquistar o espaço que lhe é de direito.</p>



<p>Além de <em>Olossá</em>, a artista realizou também a performance <em>Trouxa corpo</em>. Junto a um grupo de artistas negras, evocou a presença de Marielle Franco, Luisa Mahin, Tereza de Benguela e Dandara dos Palmares. No córrego do Passeio, lavaram bandeiras brancas com imagens dessas mulheres históricas, fazendo justiça e lembrando que o Brasil foi construído com o sangue e o trabalho de pessoas negras sistematicamente silenciadas. O grito de Mariana não nos deixa esquecer que a roupa suja não se lava em casa, mas em público.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h6 class="wp-block-heading">Mariana Maia</h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><em>Olossá </em>(detalhe), 2023<br>Pintura sobre tecido, bacia de alumínio e fios de conta<br>Dimensões variáveis</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading">Performance realizada no Passeio Público:<br><em>Trouxa corpo</em><br>Com Mariana Maia, Darlene Santos, Jacqueline Macedo e Janaína Andrade</h6>



<h6 class="wp-block-heading">Fotos de Tiago Morena.</h6>
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			</item>
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		<title>rafael amorim</title>
		<link>https://passeiopublico.teiacritica.art.br/rafael-amorim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[trio curatorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 08:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[capoeira]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[ficção]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[Madame Satã]]></category>
		<category><![CDATA[narrativa]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio Público]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[rafael amorim]]></category>
		<category><![CDATA[roda]]></category>
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					<description><![CDATA[Para quem o Passeio Público foi projetado? Quais são as identidades, as visualidades, as performatividades que podem habitar um jardim higienista com pretensões europeias na cidade do Rio de Janeiro?...]]></description>
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<p>Para quem o Passeio Público foi projetado? Quais são as identidades, as visualidades, as performatividades que podem habitar um jardim higienista com pretensões europeias na cidade do Rio de Janeiro? Que presenças são permitidas no apagar das luzes? Essas são algumas das perguntas incorporadas à instalação apresentada por rafael amorim.&nbsp;</p>



<p>Evocando a personalidade de Madame Satã, o artista visual, poeta e pesquisador carioca se debruça sobre narrativas ligadas ao Passeio Público no início do século XX. A ambiguidade dos vetos e permissões de identidades que subverteram o projeto original e suas possibilidades de manifestação de afeto em um jardim supostamente dedicado ao amor são questões abordadas na instalação que reúne o registro da repercussão de um monumento ficcional, fatos biográficos e a devolução simbólica dessas presenças para o espaço do Passeio Público.</p>



<p><em>Caranguejo da Praia das Virtudes</em>, uma das alcunhas de Madame Satã e aquela diretamente ligada à sua força e enfrentamento, é o título da obra que traz para a luz do dia as memórias da malandragem, da homoafetividade, da negritude e da subversão da performatividade de gênero que, diferentemente das figuras notáveis monumentalizadas no jardim, um dia foi designada com suas amigas às penumbras do parque e da história oficial. amorim nos conduz por sua fabulação narrando encontros possíveis por um Passeio sitiado pelo poder policial repressor, levando-nos ao centro da roda em que dança com Iaiá, Nega Loma, Deliciosa, Capivara e Madame Satã.&nbsp;&nbsp;</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h6 class="wp-block-heading">rafael amorim</h6>



<h6 class="wp-block-heading"><em>Caranguejo da Praia das Virtudes</em>, 2023<br><strong>Impressão em papel fotográfico | impressão em papel jornal | vídeo-projeção <br>25 x 36 cm | 42 x 28 cm | Dimensões variáveis</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Fotos de Tiago Morena.</strong></h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Ivan Grilo</title>
		<link>https://passeiopublico.teiacritica.art.br/ivan-grilo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[trio curatorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2023 21:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[garças]]></category>
		<category><![CDATA[Ivan Grilo]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Valentim]]></category>
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					<description><![CDATA[De onde vêm as lendas? As fábulas? Os amores? Não um buquê, todo um jardim. Não um jardim, um passeio. Um amor aberto ao público. Um amor em aberto. Que...]]></description>
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<p>De onde vêm as lendas? As fábulas? Os amores?</p>



<p>Não um buquê, todo um jardim. Não um jardim, um passeio. Um amor aberto ao público. Um amor em aberto.</p>



<p>Que um dia houve um vice-rei, isto é fato. Está nos livros de história. Se houve também uma plebeia, Suzana, já é lenda. De todas as histórias do Passeio Público, a desse amor que não deixou rastros (a não ser um jardim inteiro) desperta a saudade de um tempo que não se viveu. A fábula de um amor tão romântico quanto impossível. Um amor encomendado a Mestre Valentim.</p>



<p>Mas Valentim ainda guarda surpresas. Dentro dos portões do Passeio, a Fonte dos Amores abriga bichos do mangue. Jacarés e garças, vice-reis e Suzanas, vivem uma paz forjada, à espera de um amor que só é real na impossibilidade do encontro da carne. E que, apesar disso – ou por isso mesmo – é tão intenso quanto a espreita dos jacarés. Ou quanto o voo das garças, que hoje habitam outros jardins.</p>



<p>Ivan Grilo cria céus, estrelas, e também ajuda a encontrá-las em sete telas que recontam esse amor fabulado. Seja com o astrolábio que guia o caminho por constelações imaginadas – ou reais, como saber, se tudo que existe é de fato invenção –, seja nos caminhos das palavras que narram o amor que se torna um jardim de onde tudo foi levado. Registrando o impossível, o artista desvela o voo da garça em céus estrelados de constelações fictícias, enfrenta o passeio com coragem e amor. Mas não o amor-presa do jacaré. Também esse foi levado. O amor se encontra no voo noturno da garça, nos corpos abertos que resultam de ferida e fuga, e sobretudo no desejo de liberdade.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" data-id="333" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/IVAN-frase2-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-333" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/IVAN-frase2-1024x681.jpg 1024w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/IVAN-frase2-300x200.jpg 300w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/IVAN-frase2-768x511.jpg 768w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/IVAN-frase2-1536x1021.jpg 1536w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/IVAN-frase2-900x600.jpg 900w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/IVAN-frase2.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h6 class="wp-block-heading">Ivan Grilo</h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>O amor que virou jardim (ou jacaré quer me abraçar)<br>Impressão em papel algodão, tinta acrílica, gravação em acrílico<br>300 x 72 cm</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Legendas nas imagens:<br>1. Pequenos espelhos noturnos onde me projeto.<br>2. Na pele restam as pequenas constelações que seus dentes deixaram.<br>3. Talvez haja luz vindo das fissuras.<br>4. Dizem que esse amor virou jardim. Tudo dele foi levado.<br>5. Debaixo dos dentes? Não, sob o céu.<br>6. É preciso coragem para atravessar o portão, enfrentar o passeio.<br>7. Céu crivado para receber o vôo. Corpos abertos.</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Fotos de Tiago Morena.</strong></h6>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Zé Carlos Garcia</title>
		<link>https://passeiopublico.teiacritica.art.br/ze-carlos-garcia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[trio curatorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2023 20:27:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[cangaço]]></category>
		<category><![CDATA[escultura]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Valentim]]></category>
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		<category><![CDATA[poda urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Carlos Garcia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Morro e vivo</em>. Posicionada estrategicamente ao lado do texto curatorial, a peça, uma espécie de escorpião, uma das formas híbridas criadas por Zé Carlos Garcia, foi produzida&nbsp; com galhos cortados do tronco, mortos, que ganham nova possibilidade de vida na escultura. Esta, por sua vez, traz verdadeiramente em si o lastro da morte, parte do corpo de uma árvore podada, daquilo que a árvore um dia foi. Morre-e-vive, como a cidade, veneno e antídoto para si mesma.&nbsp;</p>



<p>Já em <em>Caninana,</em> Garcia consegue amalgamar parte de uma memória assombrada e assombrosa do Passeio. A serpente com cocar se arrasta pelo piso da galeria como lembrança de um Rio tupinambá que também morre-e-vive nas entranhas da cidade. Seu corpo é talhado como retábulo barroco, mas com volutas e outros ornamentos saídos de um repertório visual próximo ao cangaço, um dos interesses de pesquisa do artista, assim como o entalhamento e a arte plumária.&nbsp;</p>



<p>Em <em>Passeio Público, </em>a proximidade desses processos de criação extremamente minuciosos e manuais traz a memória de Mestre Valentim, mas cria laços menos evidentes com a temporalidade tentacular que percorre toda a mostra. A estranheza dos seres que o artista inventa parece vir justamente do fato de serem corpos andrajosos, em que cada pedaço é estrangeiro em tempo e espaço dos demais.&nbsp; A perturbação se amplia quando se percebe que essas criaturas frequentemente trazem ovos como protuberâncias de seus corpos. Grávidas desse vir-a-ser, elas ampliam o ruído da convivência com tantos passados. Mais do que isso, parecem ser esses outros tempos que estão aninhados ali, à espera do momento de sair da casca.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="830" data-id="315" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-conjunto-1024x830.jpg" alt="" class="wp-image-315" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-conjunto-1024x830.jpg 1024w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-conjunto-300x243.jpg 300w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-conjunto-768x623.jpg 768w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-conjunto-1536x1245.jpg 1536w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-conjunto-2048x1660.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="684" height="1024" data-id="316" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao1-684x1024.jpg" alt="" class="wp-image-316" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao1-684x1024.jpg 684w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao1-200x300.jpg 200w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao1-768x1149.jpg 768w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao1-1026x1536.jpg 1026w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao1-1369x2048.jpg 1369w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao1-scaled.jpg 1711w" sizes="auto, (max-width: 684px) 100vw, 684px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="865" data-id="317" src="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao2-1024x865.jpg" alt="" class="wp-image-317" srcset="https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao2-1024x865.jpg 1024w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao2-300x254.jpg 300w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao2-768x649.jpg 768w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao2-1536x1298.jpg 1536w, https://passeiopublico.teiacritica.art.br/wp-content/uploads/2023/11/ZE-CARLOS-escorpiao2-2048x1731.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h6 class="wp-block-heading">Obras de Zé Carlos Garcia</h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><em>Oferenda</em>, 2023<br>escultura em madeira (pinus e roxinho) e tinta esmalte<br>146 x 33 x 30 cm</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><em>Luz 1</em>, 2023<br>escultura em madeira (pinus) e tinta esmalte<br>105 x 8,5 x 9 cm</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><em>Luz 2</em>, 2023<br>escultura em madeira (pinus) e tinta esmalte<br>100 x 10 x 9 cm</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><em>Peixe carranca</em>, 2023<br>escultura em madeira (eucalipto) e pedra<br>105 x 20 x 165 cm</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><em>Caninana</em>, 2023<br>escultura em madeira (eucalipto) e penas<br>80 x 50 x 290 cm</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Também integra a exposição:<br><em>Morro e vivo</em>, 2022  <br>Escultura em madeira (eucalipto e poda urbana não identificada)<br>176 x 85 x 39 cm</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Fotos de Tiago Morena</strong></h6>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gilson Plano</title>
		<link>https://passeiopublico.teiacritica.art.br/gilson-plano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[trio curatorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2023 19:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gilson Plano]]></category>
		<category><![CDATA[granito]]></category>
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		<category><![CDATA[Mestre Valentim]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio Público]]></category>
		<category><![CDATA[Vazio]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tabuleiro, uma lápide, o mapa de um território? Gilson Plano explora o imaginário sobre a história do Brasil e, em Passeio Público, pensa a obra de Mestre Valentim, conjunto...]]></description>
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<p>Um tabuleiro, uma lápide, o mapa de um território? Gilson Plano explora o imaginário sobre a história do Brasil e, em <em>Passeio Público</em>, pensa a obra de Mestre Valentim, conjunto de esculturas e construções que atravessou diversas temporalidades no parque, sobrevivendo, não sem perdas, a todos os jogos do tempo. É justamente a possibilidade das ausências &#8211; e os seus significados &#8211; que conduz a elaboração de <em>Perde ganha</em>.</p>



<p>Na obra, Gilson evoca o vazio deixado por um ornamento que compunha uma pequena fonte localizada na face oposta da Fonte dos Amores, no terraço que Valentim construiu para admirar a Baía de Guanabara. Ali, apareceu e desapareceu, sucessivamente e ao longo dos tempos, uma escultura de uma criança carregando uma faixa contendo a frase “Sou útil inda brincando”. Se atendo ao formato dessa faixa, o artista trabalha sobre o granito preto em uma escultura planar, elaborando o contorno do vazio deixado pelo tecido que o menino segurava, criando um espaço vazado através do qual se pode ver o chão.&nbsp;</p>



<p>Esse jogo de perdas e ganhos é fruto da ação humana na modificação do espaço público, que pode ser classificada como depredação e abre precedentes para discussões sobre patrimônio material. No entanto, o artista reverte a dimensão crítica e devolve a agência à criança que mobiliza o imaginário sobre esse território e, mesmo brincando de esconde-esconde, reivindica a utilidade dos momentos de descanso e lazer aos quais foi dedicado o projeto original.</p>



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<h6 class="wp-block-heading">Gilson Plano</h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><em>Perde ganha </em>(detalhe), 2023 <br>Escultura em granito<br>130 x 130 cm</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Imagens do projeto</strong></h6>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Fotos de Tiago Morena + reproduções.</strong></h6>
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